quinta-feira, 25 de junho de 2009

Historia de Governador Nunes Freire-MA PARTE 2

História e aspectos socioeconômicos



A criação de nosso município iniciou na década de 1960, com a chegada dos primeiros moradores, oriundos de várias partes do Maranhão, e de outros estados, tais como: Paraná, Pará, Ceará Piauí e outros... Estes fixaram moradia, atraídos pela fertilidade da terra. Eles foram os desbravadores do município de Nunes Freire.
Segundo moradores mais antigos o município iniciou sua formação mais precisamente em 1961, quando o primeiro morador, o senhor Pedro Pitomba e sua família chegaram por estas terras, implantando um pequeno engenho de cana-de-açúcar. O Pioneiro construiu sua casa de taipa coberta de cavacos, como a maioria das primeiras casas. Em 1965 foi instalada e posta em funcionamento a linha de trafego que ligava a baixada maranhense ao Pará e formava uma encruzilhada com a BR-316, motivo que levou o senhor Sebastião Araújo da Silva (Sebastião Boxa), segundo seu próprio relato, a batizar o lugar com o nome de Encruzo. Foi ele também quem plantou a primeira roça do povoado, onde hoje é o bairro JK (Belenzinho). O movimento pela emancipação de Encruzo teve inicio nos anos 90 e teve como principais líderes, deputado Carlos Braide, Nonato Holanda, Dr. Brênio, entre outros. Em 19 de Junho de 1994 aconteceu a consulta plebiscitária, o que constatou que quase 100% da população estavam a favor da emancipação política do município.
Conforme o Diário Oficial, Encruzo foi emancipado numa quinta-feira, 10 de novembro de 1994, pela Lei Estadual n. 6.174 recebendo o nome de Governador Nunes Freire, pertencente à mesorregião oeste maranhense. Na microrregião do Gurupi, na BR-316. O município tem como área territorial 1.037, 121 Km², limitando-se ao norte com Cândido Mendes, ao leste com Turilândia, ao sul com Maranhãozinho, a oeste com Godofredo Viana e Maracaçumé.
O clima equatorial quente-úmido sofre forte influência da região amazônica, e a bacia dos rios Macaxeira e Maracaçumé. A principal atividade econômica é a exploração de madeira, existindo no município serrarias, gerando empregos diretos e indiretos.
A agricultura é de subsistência, predominando as culturas de arroz, feijão, milho, mandioca e açaí. Na pecuária a criação de aves e bovinos. Na piscicultura , peixes são criados em açudes na zona rural. A industria consiste basicamente nas usinas de beneficiamento de arroz e em serrarias que beneficiam a madeira abundante na região. O comercio oferece produtos como medicamentos, gêneros alimentícios, confecções, armarinhos e outros.

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