sábado, 23 de outubro de 2010

25ª EDIÇÃO DO DIA NACIONAL DA JUVENTUDE

No próximo domingo (24), as Pastorais da Juventude do Brasil realizam a 25ª edição do Dia Nacional da Juventude. Neste ano em que se comemora o jubileu da atividade, os jovens escolheram como tema a Marcha contra a Violência, campanha que pontua todas as realizações da Pastoral em 2010. A ação acontece em todas as cidades do país onde existe Pastoral da Juventude no último domingo do mês de outubro, este ano as atividades foram antecipadas em virtude do segundo turno das eleições.

Junto com outras duas atividades – a Semana do Estudante e a Semana da Cidadania – o Dia Nacional da Juventude (DNJ) faz parte do calendário de atividades permanentes da Pastoral da Juventude. Todas as ações têm um eixo temático que busca incentivar os grupos juvenis a refletir sobre temas de relevância sóciocultural, com participação de outros movimentos e organizações juvenis, ressaltando o caráter amplo da proposta.

O mote “Muita festa, muita luta e muita reza” define bem o perfil da iniciativa que reúne milhares de jovens em caminhadas, marchas, manifestos públicos, seminários, debates e apresentações artístico-culturais onde pautam assuntos importantes para a defesa do país e dos direitos sociais. “Como o tema deste ano está ligado a Campanha Nacional Contra Violência e Extermínio de Jovens, estão sendo feitas marchas e caminhadas em todos os municípios em que existe alguma das PJs”, informa Edney Santos Mendonça, representante da Pastoral da Juventude Nacional no Conselho Nacional de Juventude (Conjuve).

Ao longo dos 25 anos de existência o DNJ abordou assuntos como cidadania, direitos humanos, educação, saúde, solidariedade, entre outros. Em 2010 a ação tem como centro a defesa vida. “É a Campanha contra o Extermínio que orienta todas as Atividades Permanentes 2010”, indica a página do DNJ na Internet. Para Mendonça, o evento é mais um ponto fortalecedor da campanha. “Podemos fazer oficinas que ajudam na reflexão, atos públicos contra a insegurança em que vivem as cidades, contra o toque de recolher, contra a redução da maioridade penal”, explica.
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Fonte: http://www.pj.org.br/