terça-feira, 11 de novembro de 2014

Em dez meses, 79 mortes no trânsito foram registradas

Segundo dados da Secretaria de Segurança Pública (SSP), 79 acidentes de trânsito com mortes foram registrados, de janeiro até outubro deste ano, na Região Metropolitana de São Luís. O município de São Luís teve o maior número de ocorrências, 62, seguido de Paço do Lumiar, com nove, e São José de Ribamar, com oito. A informação foi publicada no jornal "O Estado do Maranhão".

O mês com maior número de ocorrências foi setembro, com 14 notificações, onze das quais foram notificadas como homicídio culposo, um doloso e outras duas mortes acidentais. O mês com o menor número de ocorrências foi junho, com apenas três casos. No ano anterior, o mês mais crítico foi agosto e o que teve menos casos, abril. As colisões são a principal causa de óbitos, com 36 casos, seguido de atropelamentos, 12. Centro, Maiobinha, São Cristóvão e Vila Palmeira, com três ocorrências cada um, são os bairros que mais tiveram vítimas de acidentes.

Mortes
Para o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), os números de ocorrências, contudo, são bem maiores que os de mortes. Até agosto deste ano, ocorreram 2.504 atendimentos a vítimas de acidente de trânsito, somente em São Luís, ou 25% do total de chamadas atendidas. A média é de 11 acidentes por dia. Em 2013, no mesmo período, foram 2.551 atendimentos.

Mais de 60% das vítimas de acidentes de trânsito na Região Metropolitana de São Luís são motociclistas, com destaque para a colisão entre motos e carros, seguido de quedas de veículo e a colisão entre duas motos.

Dados da Rede Sarah de Hospitais de Reabilitação assinalam que 44,8% das internações em suas unidades são de vítimas de acidentes de trânsito. Desses, a maioria são homens jovens e adultos jovens, solteiros e com escolaridade até o ensino fundamental. A média de idade entre os acidentados com motos é de 32 anos, a mais jovem entre todas as categorias. Idosos são as principais vítimas de fatalidades envolvendo pedestres. E, apesar das campanhas que vêm sendo realizadas, 27% dos acidentados em motocicletas não usavam o capacete.

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